Depois de João Ubaldo Ribeiro, a cultura brasileira, que há muito tempo está pobre, fica ainda mais pobre com a perda de Ariano Suassuna.
"Cumpriu sua sentença. Encontrou-se com o único mal irremediável, aquilo que é a marca do nosso estranho destino sobre a terra, aquele fato sem explicação que iguala tudo o que é vivo num só rebanho de condenados, porque tudo o que é vivo, morre."
(O Auto da Compadecida)
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